"A Casa dos Espíritos", de Isabel Allende, é um desses livros imperdíveis paridos na ditadura maldita em seus países cujos escritores foram capazes de transcender e transformar sua dor e seu ódio em obras de arte de vida eterna e sagrada. Para mim esse livro é um livro sagrado, ele é um baú de memórias de várias famílias chilenas que nunca perderão a memória. Eu já tinha lido ele anteriormente, mas faz muito tempo. Ele é um dos 40 textos obrigatórios da disciplina Representação, História e Memória Cultural, e eu decidi digerir um pouco dos textos literários, filosóficos e psicanalíticos que vou ter de ler durante esses 6 meses aqui no blog, se eu conseguir arrumar tempo para tudo o que propus este semestre. A parte que quero comentar primeiramente deste livro (vou começar com uma colher de chá) é o apa...
Empolgação delícia de pré-apresentação em Seminário. 2020 já chegou me lembrando que: trabalho duro... fazemos. Como orgulhosa planejadora que sou, minha pesquisa chegou ao fim, agora é compartilhar. Férias longas permitem produtividade maior e decisões arriscadas com tempo para pensar.
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